
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Diagnostico Lounge do Profeta

domingo, 27 de setembro de 2009
CIAM- Congresso Internacional da Arquitetura Moderna
Os CIAM – Congressos Internacionais de Arquitetura Moderna (do francês Congrès Internationaux d'Architecture Moderne ou simplesmente CIAM)– constituíram uma organização e uma série de eventos organizados pelos principais nomes da arquitetura moderna européia a fim de discutir os rumos da arquitetura, do urbanismo e do design. Um dos seus principais idealizadores foi o franco-suíço Le Corbusier.
Estabelecidos em 1928 (FRAMPTON, 1986. p.318), os CIAM organizaram-se em grupos de trabalho. Cada Congresso elegia um tema para o Congresso seguinte. O primeiro CIAM, em 1928 foi formado por 25 arquitetos que definiram a racionalização e standartização como prioridades para resolver problemas em cada país representado (Áustria, Bélgica, França, Alemanha, Holanda, Espanha e Suíça). Os CIAM foram responsáveis pela definição daquilo que costuma ser chamado international style: introduziram e ajudaram a difundir uma arquitetura considerada limpa, sintética, funcional e racional. Os CIAM consideravam a arquitetura e urbanismo como um potencial instrumento político e econômico, o qual deveria ser usado pelo poder público como forma de promover o progresso social.
Os CIAM foram extintos no encontro de 1959 (Dubrovnik), quando a velha geração de arquitetos considerou terminada a tarefa de discutir, consolidar e defender as premissas do movimento moderno naquele fórum. A presença cada vez mais evidente dos arquitetos da nova geração, com suas constantes críticas às posições da velha geração, podem ter contribuído para o fim dos CIAM. As condições do mundo eram outras, diferentes daquelas que a velha geração havia encontrado ao iniciar o projeto dos CIAM. Alguns arquitetos remanescentes dos congressos passaram a constituir grupos que levaram adiante as pesquisas urbanísticas promovidas pelos CIAM. É o caso do Team X (FRAMPTON, 1986).
Links:
http://www.docomomo.org.br/seminario%206%20pdfs/Lia%20Mayumi.pdf
http://www.educatorium.com/projetos/projetos_biografias_int.php?id_projetos_biografias=57
terça-feira, 22 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Estrátegias do caminhar
Flâneur: O termo francês Flaunêur, trabalhado por Charles Baudelaire e Walter Benjamin, surgiu no final do século XIX, significa aquele, que caminha, andante. O flanêur tem capacidade de percepção mais ampla para aquilo que passa despercebido pela maioria das pessoas. Observa cada detalhe das cidades, acumulando o máximo de informação possível, mantendo afastado.Através de um olhar ele acompanha a evolução do cenário diário ao andar sem rumo, seja essa evolução arquitetônica, pessoal, política, econômica, cultural. É a observação o principal instrumento que lhe permite elaborar críticas, idéias e teses sobre o que é observado.
Parkour (le parkour): Parkour é uma atividade física, que exige muito treinamento físco e mental. O objetivo básico é se deslocar de um ponto ao outro, em qualquer ambiente, da forma mais direta e eficiente possível, de modo a possibilitar um deslocamento rápido e de mínimo gasto energético.Na arquitetura ao praticar essa atividade é possível estabelecer um relacionamento mais íntimo e interativo entre a pessoa e o espaço, seja ele urbano ou natural, menhorando sua percepção do mundo. Sob muitos aspectos, é uma atividade benéfica, seja como treinamento ou como estratégia de caminhar.
domingo, 30 de agosto de 2009
Vik Muniz- Museu Inimá de Paula

O brasileiro Vik Muniz, mais conhecido internacionalmente que nacionalmente, faz suas obras de uma maneira inusitada. Ele cria suas obras com elementos do nosso cotidiano como chocolate, açúcar, poeira, arames, brinquedos, trabalhos com lixo e outros elementos que para quase todas as pessoas não muita utilidade, ele recria a função desses objetos.

No museu Inimá de Paula, é possível ver a exposição das fotografias dessas obras. Vik Muniz tem uma maneira diferente de ver o mundo. Suas obras mostram a sua grande criatividade e quem olha as fotografias, pode ter diferentes interpretações, depende de como cada um "olha" essas obras. Suas criações, na maioria das vezes, duram apenas o tempo de registrar, de fotografar como na figura ao lado, em um prato de macarrão ele cria sua obra.
Como Vik Muniz, precisamos ver não o obvio, mas o que pode existir alem do que está a nossa frente. Usar nossa criatividade e retirar tudo que pode ser positivo.


